Gostava realmente de poder chamar-te melhor amigo mas a verdade é que, mesmo sem essa intenção, o és, sem que haja a obrigação intrínseca de te atribuir tal nome.
Confesso que quando nos conhecemos parecias-me exactamente o oposto do que és. Um playboyzinho, um arrogante cheio de si. Nada disso, nada disso. E ainda bem que mudei a opinião mal formada.
Basta chamar-te, mandar-te mensagem e falar. Não é preciso explicar-te toda a minha história, todo o meu passado, tu sabes o que sinto porque sentes exactamente o mesmo. Não é preciso conhecermos-nos à muito tempo, o que importa é o presente. Não é preciso grandes esquemas nem filmes para nos compreender-mos. Acontece simplesmente.
Confio em ti como em mais ninguém.
Tens uma maturidade que é difícil de encontrar hoje em dia. Ajudaste-me a crescer e tenho a certeza que também te fiz ver outro lado da vida.
Obrigado por tudo, por todas as conversas e conselhos.
Um abraço enorme, Carole.
Com carinho, ao João Zanetti.